Escola Agrícola – Joaíma


No Anel Rodoviário, somente no trecho do Bairro Betânia, são registrados cerca de 4 mil acidentes por ano, com custo R$ 1,3 bilhão para a sociedade com despesas de hospitais, perda de produtividade e vidas. Com fluxo intenso de veículos pesados e leves, a região metropolitana de Belo Horizonte sofre com longos engarrafamentos e acidentes diários.
O Governo de Minas, por meio do acordo com a Vale pela reparação dos danos causados pelo rompimento da Barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, viabilizará R$ 4,5 bilhões no projeto, que pretende aliviar o trânsito no Anel Rodoviário. A Vale irá bancar R$ 3,5 bilhões deste montante.
#DeputadoCarlosHenrqiue #AnelRodoviário #BH #Infraestrutura #AssembleiaFiscaliza

Uma excelente notícia para o Vale do Jequitinhonha! As obras para recuperação da LMG-406 já começaram. Investimento de R$ 2 milhões que serão aplicados no trecho entre os municípios de Almenara e Pedra Grande, recursos viabilizados por meio de emenda parlamentar que destinei e do Governo do Estado.
Uma grande conquista para a população da região e um avanço para o desenvolvimento econômico da região.
Agradeço ao Secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade do Estado, Fernando Marcato, o prefeito Ademir Gobira e o vereador Nata Cdn pela parceria.



Essa é a dona Cleunice, produtora do Queijo Cabacinha, no Vale do Jequitinhonha e trabalha às margens da BR-116 na região de Medina. Para valorizar e ajudar os produtores do Vale do Jequitinhonha, destinei por meio de emenda parlamentar recurso de R$115 mil para pesquisa que subsidiará a elaboração do Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Queijo Cabacinha.
Investir na certificação do Queijo Cabacinha é valorizar e reforçar a cultura do Vale do Jequitinhonha, além de garantir o desenvolvimento econômico da região.
#DeputadoCarlosHenrique #ValeQueVale #Pesquisa #Emater #Cultura #DesenvolvimentoEconômico
𝐁𝐨𝐚 𝐧𝐨𝐭í𝐜𝐢𝐚!Esgoto
Além disso, a Arsae-MG extinguiu a tarifa de tratamento de esgoto e definiu uma única tarifa para o serviço, seja ele coleta ou tratamento. Essa nova tarifa representa o valor de 74% da tarifa de água, bem inferior aos 100% atuais para quem tem o esgoto tratado.
Atualmente, a Copasa possui duas tarifas de esgotamento sanitário a depender do tipo de serviço que fornece. Se o usuário tem apenas a coleta e o afastamento do seu esgoto, ele paga a tarifa EDC, que representa 25% da tarifa de água. Se ele possui o serviço completo de esgoto, com a coleta, afastamento e também o tratamento, ele paga a tarifa EDT, que representa 100% da tarifa de água. Porém, as tarifas EDC pagam menos da metade dos custos incorridos pelo prestador. Ou seja, quem tem tratamento de esgoto subsidia grande parte da conta de quem tem somente coleta. Agora, com a mudança aprovada, a Copasa passará a ter uma única tarifa para o serviço de esgoto, independentemente do serviço prestado.
Isso não significa que a Copasa passará a cobrar por um serviço não prestado, nos casos em que ainda não há tratamento de esgoto. As tarifas foram ajustadas para que o faturamento global da empresa corresponda ao que é devido pelo serviço efetivamente prestado, e serão feitas compensações nos reajustes anuais para corrigir possíveis desvios. Por outro lado, os usuários pagarão tarifas mais aderentes aos custos do serviço prestado e mais coerentes com o benefício percebido individualmente, lembrando que o tratamento de esgoto beneficia a coletividade e não apenas os usuários que têm seu esgoto tratado.
Programas
Os programas especiais: Proteção de Mananciais, Subsídio Copanor e Repasse Tarifário para fundos municipais foram mantidos. Foi criado o programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação e definido um conjunto mais completo de indicadores para os mecanismos de incentivo à expansão e qualidade dos serviços.
Construção
A definição da revisão tarifária ocorreu após intenso processo de estudo e debate, com participação da sociedade e recebimento de contribuições acerca dos temas tratados. Em três fases foi estabelecido um conjunto de regras e mecanismos de indução à eficiência, expansão e qualidade dos serviços ao longo dos próximos quatro.
A primeira fase começou em maio de 2020 e apresentou a pauta da Revisão, a classificação regulatória das contas contábeis e a metodologia de verificação de ativos. A segunda fase teve início em novembro de 2020 e discutiu a definição das metodologias a serem utilizadas para a reconstrução das tarifas. Já na terceira e última fase do processo foram apresentados os resultados.
Em audiência pública, a Arsae-MG debateu os impactos tarifários a serem percebidos pelos usuários da Copasa, assim como as regras que prevalecerão para os reajustes e revisões tarifárias nos próximos anos. Nesta etapa foram recebidas 72 contribuições.
Durante todas as fases do processo da 2ª Revisão Tarifária da Copasa a equipe da Agência analisou mais de 250 contribuições recebidas, as quais tiveram como origem tanto os prestadores de serviços regulados e os titulares, quanto a sociedade civil e outros órgãos públicos relacionados à temática. Em todo o processo da revisão das tarifas da Copasa, o objetivo da Agência foi ampliar o debate e a transparência de todo o processo, abrindo diversos espaços para a participação e discussão.
Acompanhando a Comitiva de Saúde do Governo do Estado para avaliar a situação do município de Itaobim que decretou ”Lockdown” devido ao colapso na saúde provocado pela Covid-19.
A ocupação dos Leitos de UTI chegou a capacidade máxima e de acordo com o ultimo Boletim Epidemiológico do município, são 88 casos em acompanhamento, 55 casos suspeitos, 1.578 casos confirmados no total e 39 óbitos.
#DeputadoCarlosHenrique #Itaobim #Saúde #Covid19 #ForçaTarefaSaúde #SaúdeMG






