MESA DA ASSEMBLEIA REJEITA AUMENTO PARA SECRETÁRIO DE ESTADO
Carlos Henrique (2º- secretário da ALMG – PRB/MG), Antonio Carlos Arantes (1º- vice-presidente da ALMG – PSDB/MG), Coronel Sandro (deputado estadual PSL/MG)

Subsídios dos secretários estariam inalterados desde o governo Aécio Neves (2003-2010) –Foto: Luiz Santana

A Mesa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) rejeitou o Requerimento 496/19, da Comissão de Administração Pública, que propunha fixar o subsídio dos secretários de Estado. A decisão foi lida na Reunião Ordinária de Plenário desta quarta-feira (15/5/19).

A justificativa do requerimento era de que a definição dos subsídios é prevista no artigo 66, inciso I, alínea “c”, da Constituição do Estado, “tendo em vista a complexidade das atribuições do cargo exercido”. A Mesa, no entanto, entendeu que o pedido de providências para deflagrar o processo legislativo não está em conformidade com o texto constitucional.

De acordo com a decisão publicada, o artigo 169 da Constituição da República prevê que “a despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar”.

Prevê ainda em seu parágrafo 1º que “a concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração só poderá ser feita: se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; se houver autorização específica na Lei de Diretrizes Orçamentárias”.

Os limites estabelecidos se encontram nos artigos 19 e 20 da Lei Complementar 101, de 2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Ainda de acordo com a decisão da Mesa, o artigo 20, inciso II, alínea “a”, da LRF estabelece que a despesa total com pessoal do Poder Executivo não poderá exceder o percentual de 49% da Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado.

O parágrafo único do artigo 22 estabelece um limite prudencial de 95% do limite total, ou seja, 46,55% da RCL, a partir do qual medidas corretivas deverão ser adotadas para evitar que o limite máximo seja atingido. Entre elas está incluída a proibição de aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título.

Conforme informações oficiais divulgadas pelo próprio Poder Executivo no site da Secretaria de Estado de Fazenda, as despesas com pessoal daquele Poder não se encontram dentro dos limites legais. No exercício de 2018, o gasto total com pessoal do Poder Executivo chegou ao patamar de 66,65% da RCL, acima do limite legal máximo de 49% e do prudencial, de 46,55%.

“Dessa forma, não se encontra em conformidade com o texto constitucional proposição que pretenda deflagrar processo legislativo para aumentar o subsídio de secretários estaduais sem a observância do disposto no artigo 169 da Constituição da República e nos artigos 19 e 20 da LRF”, esclarece o texto da decisão.

Acrescenta ainda que, conforme o artigo 59 da LRF, cabe ao Poder Legislativo, diretamente ou com o auxílio dos Tribunais de Contas, fiscalizar o cumprimento das normas dessa lei complementar, com ênfase no que se refere às medidas adotadas para o retorno da despesa total com pessoal ao respectivo limite.

A lei prevê que, quando ultrapassado o limite de gasto com pessoal, “o percentual excedente terá de ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes, sendo pelo menos um terço no primeiro.

“Apesar de o Estado se encontrar em situação de calamidade financeira decretada, o que, em tese, afastaria o dever de eliminação do excedente nos dois quadrimestres (artigo 65, inciso I, da LRF), o fato é que a situação de calamidade não afasta o cumprimento da disposição contida no artigo 22 da LRF, especialmente, neste caso, a concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título”, argumenta a Mesa, em sua decisão.

Texto: Comunicação ALMG

ENCONTRO COM LIDERANÇAS

 

O prefeito da cidade de Januária e presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da SUDENE (AMMAMS), Dr Marcelo Felix Alves de Araújo e o secretário-executivo do CiSamsf de Itacarambi, Antônio Luiz, estiveram nesta quarta-feira (24) em meu gabinete. Nossa reunião foi pautada pelas novas filiações ao PRB/Minas.

PRB VAI MUDAR DE NOME E VIRAR “REPUBLICANO”

Partido que integrou base dos governos petistas descarta aliança com esquerda e busca se apresentar como opção de centro-direita

BRASÍLIA – Criado em 2005, quando abrigou José Alencar, então vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva, ainda no início da era PT, o PRB quer deixar para trás a aliança com a esquerda e se posicionar como opção para o eleitorado conservador. A legenda, que construiu nos últimos anos uma das maiores bancadas no Congresso, passará a se chamar somente “Republicanos” e se denominará, daqui para a frente, um partido de centro-direita.

A classificação é calculada. O partido quer criar um movimento independente do bolsonarismo, que é descrito como um exemplo de uma direita “radical”. As linhas de trabalho, porém, serão as mesmas de Jair Bolsonaro na campanha vencedora do ano passado: os Republicanos serão conservadores nos costumes e liberais na economia. A diferença, dizem, é que o discurso será menos extremado e haverá mais convicção no liberalismo.

Diferenciar-se de outras siglas que militam no campo conservador, especialmente do PSL de Bolsonaro, atende a uma estratégia: a legenda  já mira em 2022. O plano é aumentar o número de prefeitos e vereadores no ano que vem de forma significativa para, se possível, ter um nome competitivo na próxima disputa presidencial. “Não mudaremos só de nome. Mudaremos de postura. Estamos preparando o partido agora para os próximos 15 e 20 anos”, diz o deputado Marcos Pereira (SP), vice-presidente da Câmara e presidente nacional do PRB desde 2011.

O partido vem crescendo a cada eleição. Passou de 54 prefeitos em 2008 para 106 em 2016. No mesmo período, o número de vereadores saltou de 780 para 1.604. A bancada na Câmara tem hoje 31 deputados federais e é a oitava maior da Casa, à frente de legendas tradicionais como o PSDB e o DEM.

Na avaliação da cúpula, porém, para dar um salto daqui em diante seria preciso dar ideologia à sigla, que tinha um programa generalista. Isso ficou claro, segundo Pereira, já em 2016, onde a busca por um nome de fora da política apareceu nas eleições municipais, sinalizando o desgaste das siglas tradicionais.

No fim de 2017, Pereira montou então um grupo para estudar qual seria a cara do “novo PRB”. Era preciso se distanciar de siglas vistas como “fisiológicas”. Faltava identidade ao partido, que tinha histórico de participar de administrações variadas.

Histórico. A sigla foi fundada em torno de José Alencar, empresário que foi vice de Lula em seus dois mandatos. Compôs o ministério dos dois governos de Dilma Rousseff – até ser o primeiro aliado a apoiar o impeachment. E finalmente embarcou no governo Michel Temer, ocupando um ministério.

Ao mesmo tempo, ficou conhecido como o “partido da Igreja Universal”. A sigla tem número grande de candidatos egressos da denominação religiosa, liderada pelo bispo Edir Macedo. Com o crescimento da legenda, a participação de católicos e outros evangélicos aumentou de forma significativa, mas a ligação com a Universal permanece – Pereira, por exemplo, é bispo licenciado.

FONTE: O Estado de S.Paulo

REUNIÃO COM LIDERANÇAS DE BANDEIRA, CORONEL FABRICIANO E SANTA LUZIA

Reunião com o Presidente da Câmara Municipal de Bandeira, Sidnei Alves dos Santos, representantes do município de Coronel Fabriciano, a senhora Andreia Martins de Souza Botelho que é Secretária de Desenvolvimento Econômico para Geração de Emprego e Renda, junto com o ouvidor da Câmara Municipal, Marcos Antônio de Carvalho e lideranças do município de Santa Luzia. Tarde produtiva de trabalho e fortes parcerias.

FALTA UMA SEMANA PARA GRANDES MUDANÇAS

Olá, republicanos de todo Brasil:

Estamos a uma semana da inauguração da nova sede nacional do PRB. O local que também congrega a Fundação Republicana Brasileira (FRB) e a Faculdade Republicana, que lançará vestibular em breve, é talvez o maior e mais completo espaço entre os partidos brasileiros.

Reforço o convite a todos os republicanos para estarem com a gente no dia 6, às 19h. Mais do que a inauguração em si, neste dia vamos apresentar mudanças profundas na construção deste projeto político que começou em 2005.

É hora de celebrar o passado, compreender o presente e programar nosso futuro. O crescimento sucessivo do PRB até hoje só foi possível porque sempre fizemos tudo de forma muito bem planejada. É assim que tem que ser.

Então esteja com a gente no dia 6. Te espero lá para fazer parte da história republicana.

Boa semana.

Marcos Pereira
Presidente Nacional do PRB
Vice-Presidente da Câmara

PARLAMENTO JOVEM MINAS 2019

O deputado Carlos Henrique participou na sexta-feira (12) do lançamento oficial do Parlamento Jovem de Minas 2019. Iniciativa voltada para a formação política de estudantes do ensino médio, promovida pela Assembleia e parceria com 95 câmaras municipais. O tema desta edição escolhido pelos jovens foi a discriminação étnico-racial .

Representando o presidente da ALMG, deputado Agostinho Patrus (PV), o deputado Carlos Henrique, 2º-secretário, destacou o caráter formador do PJ Minas e enfatizou que uma das formas de reação do poder público a essa situação é a elaboração de leis. Uma das normas que citou foi a Lei 18.251, de 2009, que criou o Conselho Estadual da Promoção da Igualdade Racial.

Fotos: Luiz Santana

Andréia de Jesus (deputada estadual Psol/MG), André Quintão (deputado estadual PT/MG), Carlos Henrique (2º- secretário da ALMG – PRB/MG), Doutor Jean Freire (deputado estadual PT/MG)
Geral
FORMAÇÃO POLÍTICA PARA JOVENS MARCA O PJ MINAS 2019







Confira como foi o lançamento oficial do Parlamento Jovem Minas 2019. O programa está na sua 16ª edição e oferece formação política para estudantes do ensino médio.

A iniciativa conta este ano com a parceria de 95 câmaras municipais, dentre elas 24 novatas, além da participação da PUC Minas. Os alunos vão debater a discriminação étnico-racial, tema escolhido pelos próprios participantes no ano passado.

Projeto – Os estudantes participam das etapas municipal, regional e estadual ao longo do ano. O documento, resultante da plenária final, é enviado à Comissão de Participação Popular, que pode dar encaminhamentos às sugestões.

O encerramento da edição 2019 será realizado no Plenário da ALMG, em 20 de setembro, quando são votadas as propostas que irão compor o documento a ser encaminhado à Comissão de Participação Popular.


Foto: Luiz Santana
 


1º ENCONTRO 2019 PRB MINAS EM SANTA LUZIA

O primeiro encontro do PRB Minas em Santa Luzia na sexta-feira (12) reuniu lideranças e contou com a presença dos deputados estaduais, Carlos Henrique (vice-presidente do PRB Minas) e Mauro Tramaonte. Além dos parlamentares, estiveram presentes o vereador de Santa Luzia, Henry Santos e o presidente do PRB municipal, Bruno Figueiredo.

O encontro foi marcado por filiações e projetos para o desenvolvimento do município.

Fotos: Edmilson Brandão/ Lélia Queiroz

REUNIÃO COM REPRESENTANTE DA COPASA E PREFEITO DE MEDINA

Recebi na sexta-feira (12) o vice-presidente da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA), Tadeu José de Mendonça e o prefeito do município de Medina, Evaldo Lúcio Peixoto Sena (Vavá). A reunião foi marcada pela necessidade de melhorias no abastecimento e saneamento da cidade.

Diante das demandas, o município de Medina receberá investimentos na ordem de R$ 1,6 milhão para obras e serviços de ampliação e melhorias do sistema de abastecimento de água e R$ 2,6 milhões para obras e serviços de ampliação e melhorias do sistema de esgotamento sanitário do município.

VIGILANTES CONTINUAM ACAMPADOS NA ALMG

Vigilantes que estão acampados na porta da Assembleia Legislativa fizeram novo protesto nesta terça-feira (09) reivindicando a revisão da decisão do governo do Estado de encerrar o contrato responsável pela vigilância de 191 escolas e 10 superintendências regionais de ensino.

Em Audiência Pública realizada na ALMG no dia 28 de março, a Secretária de Educação informou que o endividamento do Estado inviabiliza a manutenção do contrato com empresa que realiza a segurança patrimonial em escolas da rede estadual. 

A falta de vigilantes nas escolas é motivo de preocupação para pais, alunos e professores. 

Foto: Lúcio Perez