Olá, republicanos de todo o Brasil. Uma boa semana para todos vocês. Eu quero me dirigir aos presidentes estaduais do Republicanos, aos presidentes municipais. Hoje, segunda-feira, que nós estamos postando esta mensagem semanal da presidência, que é dia 9 de setembro, então, portanto, menos de um mês para 4 de outubro, dia do primeiro turno das eleições municipais. Portanto, nós temos um ano e alguns dias para as eleições. E é necessário, é importante que vocês, presidentes municipais e presidentes estaduais, trabalhem com afinco, com dedicação, com empenho, para filiar lideranças. Lideranças comunitárias, lideranças empresariais, lideranças jovens, lideranças femininas, lideranças religiosas, para disputar as eleições do ano que vem. O Brasil tem passado por transformação, por renovação e isso vai se dar também, penso eu, na eleição de 2020. Portanto, vamos acelerar o trabalho aí, para que, em 2020, o Republicanos cresça em qualidade e em quantidade de prefeitos e vereadores, prefeitas e vereadoras. O prazo para filiação é março de 2020, portanto, nós temos aí um pouco mais de seis meses para isso. Mãos à obra! Um abraço e boa semana para todos vocês.
Marcos Pereira Presidente Nacional do Republicanos Vice-Presidente da Câmara dos Deputados
O Republicanos nasceu em 2005, com líderes que se uniram em prol de um novo projeto partidário. Em 2011, assumindo a presidência do PRB Nacional, o Deputado Federal Marcos Pereira iniciou uma gestão inovadora, colocando em evidência os reais ideais republicanos.
O partido seguiu então priorizando a política não apenas como um meio de preservar a ordem, a justiça e a liberdade econômica, mas como um instrumento de transformação. Cresceu em todo o Brasil e Minas Gerais faz parte dessa história de forma especial.
Ao assumir a presidência estadual, em 2015, novas metas foram inseridas, seguindo os ideais nacionais, buscando não apenas quantidade, mas qualidade nas ações de lideranças que têm compromisso com aquilo que é público.
Alcançamos, de forma histórica, mais de 20 Prefeitos e Vice-prefeitos, além de mais de 270 vereadores. Nossa legitimidade tem crescido em todas as regiões do Estado, incluindo jovens e mulheres que encontram no Republicanos um meio de se colocar em prática uma política de resultados.
Mas aquilo que devemos fazer permanecer é a essência de um comportamento partidário que prioriza as mudanças sociais e econômicas determinantes da democracia.
Notoriamente, o Republicanos é uma nova força política em todo o país. Em Minas, nosso objetivo é continuar ampliando as fronteiras, mostrando que é possível fazer a diferença para um novo patamar, mudando pessoas e realidades.
Parabéns a todas as lideranças republicanas e àqueles que de alguma forma abraçam essas ousadas perspectivas! Juntos somos mais fortes.
Gilberto Abramo Deputado Federal Presidente Estadual do PRB Minas Gerais
O Tribunal Superior Eleitoral acatou, nesta quinta-feira (15), a mudança de nome do Partido Republicano Brasileiro (PRB) para Republicanos
Brasília (DF) – O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral, acatou nesta quinta-feira (15) a mudança de nome do Partido Republicano Brasileiro (PRB) para Republicanos.
A alteração do nome para Republicanos foi decidida em convenção nacional do partido, no dia 7 de maio, em Brasília, e agora aprovada pela Justiça Eleitoral. Além da nomenclatura, o partido passou por uma reformulação completa, consolidando a posição como uma sigla conservadora nos costumes e liberal na economia.
“É uma evolução de mudança de nome, mudança de logotipo, de logomarca, mas de manutenção de postura. De postura republicana, de postura ética, de postura ímpar com o zelo com a coisa pública, com o erário público, com o bem público”, afirmou o presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira (SP).
A homologação feita pelo TSE marca um novo tempo para a legenda. No mês de maio, o partido inaugurou suas novas instalações em Brasília. Num prédio moderno, com quase 6 mil m², funcionam as novas sedes do Diretório Nacional, Fundação Republicana Brasileira (FRB) e da Faculdade Republicana, primeira instituição de ensino superior ligada a um partido político no Brasil.
Desde a fundação, em 25 de agosto de 2005, o Republicanos tem demonstrado força política nas urnas. Na primeira eleição, em 2006, o partido elegeu um deputado federal e três estaduais, e desde então cresceu em todas as eleições que disputou.
Outro dado relevante da sigla é em relação à evolução do número de filiados. Dentre todos os partidos com até 20 anos de fundação, o Republicanos foi o único que cresceu em número de filiados, conquistando mais de 18 mil novos filiados em 2018.
Quanto ao novos Estatuto e Manifesto, o Republicanos continua aguardando a homologação do TSE.
Movimentos Republicanos
Com a decisão do TSE, a mudança de nome institucional também alcança os movimentos da sigla. A partir de agora, o PRB Mulher passa a se chamar Mulheres Republicanas e o PRB Juventude, Jovens Republicanos.
Acesse AQUI a nova família de logos do Republicanos (institucional, Mulheres Republicanas e Jovens Republicanos).
Mais de 15% da população mundial tem entre 20 e 29 anos, uma grande quantidade de jovens considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU).
São inúmeros os destaques da juventude ao longo da história, em invenções, tecnologia, ciências, ajuda humanitária, empreendedorismo e tantas outras ações protagonistas.
Mas no parlamento essa faixa etária representa apenas 2%. É certo que apesar do debate e da resistência sobre as estruturas formais de poder, a juventude não está desengajada. Pelo contrário. A forma como participam e influenciam as disputas eleitorais, a presença nas redes sociais sobre a sua visão de mundo e suas experiências, além de suas atitudes de mudanças no cotidiano mostram uma forte tendência mundial.
É de fundamental importância uma maior participação de jovens na política. Uma democracia fortalecida se faz com a atuação da juventude em cargos eletivos, que contribuem para as decisões e os rumos da Nação.
O futuro do país não envolve apenas ideias e projetos inovadores, mas requer incentivar ações de lideranças que cada vez mais primam pelo coletivo e não pelo individual. Os jovens fazem parte desse ideal. Essa força os torna protagonistas também na esfera pública. O Brasil precisa.
Gilberto Abramo Deputado Federal Presidente Estadual do PRB Minas Gerais
Ainda na agenda no norte de Minas, foi possível visitar a cidade de Itacarambi e agradecer pelos 728 que lá recebi.
Filiamos ao PRB, a secretária de educação do município Zilene Seixas! Ela foi responsável pela belíssima reforma da creche que atende prioritariamente famílias carentes! #itacarambi #nortedeminas #prb
No Norte de Minas, em Januária, participei neste sábado (6/07), no auditório da OAB, evento de filiação ao PRB do Prefeito, Dr Marcelo Felix e Presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (AMAMS). Vamos em frente!
Me encontro em Montes Claros, neste sábado (06/07), para prestigiar o encontro regional do PRB, promovido pela querida amiga Ariadna @draariadna e com a presença dos deputados federais e estaduais de Minas. Juntos somos mais fortes!
A maior parte da nossa vida hoje encontra-se no mundo digital. É inegável o impacto da evolução tecnológica nas coisas mais simples do dia a dia. O mais incrível é a velocidade com que as coisas estão avançando se pensarmos que a primeira rede de internet começou a funcionar apenas 30 anos atrás, e o primeiro smartphone foi lançado há 11 anos.
De acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), 75% dos domicílios brasileiros contam com acesso à internet, dos quais incríveis 98% são feitos pelo telefone celular e cuja maioria utiliza WhatsApp, Facebook e outros aplicativos de relacionamento social.
Para entender o que está acontecendo, é triste constatar que há mais acesso à internet que a saneamento básico. Mais de um terço dos brasileiros (70 milhões) não têm acesso à rede de esgoto. Esse é um outro assunto que vamos abordar em breve.
Levantamentos independentes feitos por empresas de tecnologia revelam que já há mais de um smartphone por habitante. Num estudo realizado pela consultoria MOB Inc., percebeu-se no entanto que as pessoas das classes mais baixas ainda não estão por dentro dos conceitos de inteligência artificial (40%), embora 86% confirmaram já terem sido atendidas por robôs – e até reconhecem essa tecnologia em funcionamento.
Muitas atividades hoje podem ser feitas por meio dos aplicativos. É até impossível listar a quantidade de coisas que podemos resolver com alguns cliques. Na indústria, no comércio e nos serviços o uso de tecnologia não é mais uma coisa futurista, algo que “ainda falta muito para chegar aqui”. Chegou. E rápido. Estamos vivendo uma transformação na produtividade e nas relações de trabalho.
Mais de 5,5 milhões de brasileiros sobrevivem por meio de aplicativos. Só de motoristas do Uber são mais de 500 mil. O banco Itaú anunciou o fechamento de 400 agências físicas e está apostando pesado nos aplicativos. De novo: isso já é uma realidade.
A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que reúne 36 dos países mais desenvolvidos, trouxe recentemente dados alarmantes: 14% dos trabalhos atuais serão automatizados; 32% serão radicalmente transformados; porém 6 em cada 10 trabalhadores não têm habilidades para trabalharem com computadores e o trabalho não-convencional (sem carteira assinada ou vínculo empregatício) não é um fenômeno marginal.
Por isso nós, do PRB/Republicanos, defendemos em nosso novo programa a adoção de novas tecnologias em todas as esferas de governo, especialmente de inteligência artificial. É preciso utilizar as ferramentas e a conectividade para, entre outras coisas, desburocratizar e facilitar a vida das pessoas que se relacionam com o poder público. Não podemos ter dois mundos: o corporativo – digital e ágil, e o governamental – analógico e lento.
Em paralelo, é essencial que a educação básica também seja transformada neste sentido. Nossas crianças não terão nenhuma chance no futuro se não tiverem contato, já na primeira infância, com a inovação e com noções de empreendedorismo de base tecnológica. É muito mais proveitoso o investimento maciço na educação básica do que correr atrás do prejuízo durante a adolescência e a fase adulta.
Precisamos nos aprofundar neste debate. Mas de forma rápida. Porque o futuro é agora.
Boa semana.
Marcos Pereira Presidente Nacional do PRB/Republicanos Vice-Presidente da Câmara dos Deputados
Brasília (DF) – A Fundação Republicana Brasileira (FRB) tem trabalhado para fortalecer a interlocução entre parlamentares e gestores municipais. Pensando nisso, a instituição criou a Central de Atendimento aos Municípios (CAM).
O novo setor conta com uma equipe de especialistas capacitados em gestões pública e orçamentária. É um canal que auxiliará os parlamentares a orientarem gestores municipais que buscam recursos financeiros junto aos órgãos federais, instituições nacionais e internacionais para contribuir com a política municipal. A Central poderá ser contatada por qualquer parlamentar do PRB.
“O projeto sai do papel com um único foco, que é melhorar as políticas públicas e colaborar com o desenvolvimento das cidades brasileiras”, destacou o líder da FRB Renato Junqueira.
Para Ivo Maia, responsável pela Central na instituição, esse trabalho será de extrema importância. “Esse produto chega com um potencial imenso para ajudar os municípios e os gestores que nem sempre dispõem de equipe técnica e nem de recurso financeiro”, afirmou.
Para saber mais informações sobre o trabalho da Central de Atendimento aos Munícipios os interessados devem entrar em contato pelo e-mail: cam@fundacaorepublicana.org.br
Marcos Pereira – Presidente Nacional do PRB Vice-Presidente da Câmara dos Deputados
O PRB nasceu em 2005 fruto de um movimento de líderes políticos de origem conservadora insatisfeitos com seus antigos partidos. Circunstancialmente, esse “nascimento” aconteceu de maneira muito próxima a grupos progressistas (de esquerda), levando-nos a construir um programa partidário generalista que não trazia de maneira clara qual era o nosso ideário político.
Ao assumir a presidência nacional do PRB em 2011, iniciei um processo de transformação do pensamento e do comportamento partidário que culminou agora, oito anos depois, na mudança do nome de PRB para Republicanos e o lançamento de um novo programa que externou essa essência que sempre existiu nas mentes e corações dos republicanos.
A aprovação das mudanças aconteceu em Convenção Nacional no início do mês e depende da homologação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Conservador nos costumes e liberal na economia
O conceito-base do Republicanos é o pensamento conservador nos costumes aliado ao liberalismo econômico. O filósofo político americano Russell Kirk (1918 – 1994), autor do livro “The Conservative Mind” (A Mente Conservadora), escreveu:
“O conservador pensa na política como um meio de preservar a ordem, a justiça e a liberdade. O ideólogo, pelo contrário, pensa na política como um instrumento revolucionário para transformar a sociedade e até mesmo transformar a natureza humana. Na sua marcha em direção à utopia, o ideólogo é impiedoso.”
Antes de avançar, é preciso estabelecer a diferença clássica entre o pensamento conservador e uma postura conservadora. Um partido de esquerda que chega ao poder pode adotar uma política conservadora para manter o “status quo” a fim de se perpetuar no comando. Um revolucionário pode se comportar assim depois de alcançar o objetivo da sua revolução.
O conservadorismo clássico tem como base a doutrina cristã e adota, para mais ou para menos, ideias liberais na economia. Suas principais características são a ordem moral que perpassa os tempos e as gerações e a capacidade individual das pessoas de progredirem respeitadas suas diferenças naturais, esforços e decisões próprias.
Outra característica do conservador é a busca pela preservação das instituições políticas e sociais. Para nós, nenhuma ruptura se justifica tendo em vista que é preferível aperfeiçoar os sistemas já testados ao longo da história humana. Apesar disso, acreditamos que as mudanças e o progresso, especialmente no campo tecnológico, devem acontecer – com prudência.
Usos, costumes e tradições (inclusive religiosas) devem ser preservados. Defendemos o forte senso de certo e errado, convicções sobre justiça e honra, respeito às manifestações locais e identidade nacional.
O movimento conservador não é obrigatoriamente extremista. Ao contrário: nós, os republicanos, “buscamos a manutenção da vida social balanceada, longe de extremos, de modo a impedir o surgimento da anarquia e seu poder individualizado, e da tirania pelo poder oligopolizado”. O trecho entre aspas consta do nosso manifesto.
Outro trecho do nosso manifesto não deixa dúvidas sobre esse assunto: “Acreditamos na Constituição como nosso documento fundamental, porém somos favoráveis à sua revisão. Defendemos governos limitados, eleitos democraticamente, a separação clara de Poderes, o federalismo e o Estado de Direito”.
Portanto, não flertamos, sob nenhuma hipótese, com o autoritarismo.
Do ponto de vista econômico, defendemos a propriedade privada e meios de protegê-la, a liberdade para empreender e o acúmulo de capital. A abertura comercial deve estar inteiramente ligada à redução de impostos, à desburocratização e à competitividade das empresas nacionais ou mesmo as internacionais instaladas no país.
Com menos Estado, menos intervenção e menos tributos, nossas empresas, especialmente as indústrias, se tornarão mais produtivas e competitivas e então teremos novamente alguma perspectiva de avanço econômico e retomada do trabalho e do emprego.
Desta forma, o PRB/Republicanos é o único partido que se define como conservador nos costumes e liberal na economia que não flerta com o autoritarismo nem o militarismo.
Apenas para comparar:
NOVO: liberal na economia (Estado mínimo) e liberal nos costumes (defende pautas progressistas como casamento gay, aborto “dentro da legislação” e descriminalização do porte de maconha em pequenas quantidades);
DEM: nasceu à direita (ex-PFL), mas tem se movido ao centro com a defesa de pautas progressistas nos costumes;
PSDB: originado na social democracia (centro-esquerda), ganhou a alcunha de partido de direita pela pauta privatista; está em processo de mudança e deve se posicionar ao centro;
PSL: praticamente não existia até a eleição de Jair Bolsonaro; ainda está em processo de definição ideológica, mas deve se posicionar à direita como conservador nos costumes, liberal-nacionalista* na economia com flerte ao militarismo;
PR/PL: partido volta a se chamar Liberal; ainda não está claro se sua posição será liberal tanto na economia como nos costumes, como o NOVO;
PSD: social democrático, partido nasceu “nem de esquerda, nem de direita, nem de centro”, na definição do seu presidente nacional;
Patriota: único partido de extrema-direita, que defende uma agenda religiosa forte e inclinada ao militarismo;
PT/PSOL/PCdoB/PSB/PDT/Cidadania/Solidariedade: partidos de esquerda, centro-esquerda, com pautas que vão de Estado forte (maior) e progressistas nos costumes.
Comparação do espectro político brasileiro hoje:
Na semana que vem começo a entrar nos pontos específicos do programa.
Boa semana a todos.
Marcos Pereira Presidente Nacional do PRB Vice-Presidente da Câmara dos Deputados