GeralBruno Engler (deputado estadual PSL/MG),
Ricardo Gattini (vereador de Nepomuceno),
Raul Belém (deputado estadual PSC/MG),
Carlos Henrique (2º- secretário da ALMG – PRB/MG),
Eduardo Kuperman (presidente da Federação Israelita de Minas Gerais),
João Leite (deputado estadual PSDB/MG),
Fernando Borja (vereador)
Geral
Leonardo Alanati (rabino),
Ricardo Gattini (vereador de Nepomuceno),
Marcos Brafman (presidente da Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria),
Bruno Engler (deputado estadual PSL/MG),
Eduardo Kuperman (presidente da Federação Israelita de Minas Gerais),
Carlos Henrique (2º- secretário da ALMG – PRB/MG),
João Leite (deputado estadual PSDB/MG),
Raul Belém (deputado estadual PSC/MG),
Nissim Katri (rabino),
Fernando Borja (vereador),
Francisco Ernesto (diretor do Museu da Inquisição)
Leonardo Alanati (rabino),
Ricardo Gattini (vereador de Nepomuceno),
Marcos Brafman (presidente da Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria),
Bruno Engler (deputado estadual PSL/MG),
Eduardo Kuperman (presidente da Federação Israelita de Minas Gerais),
Carlos Henrique (2º- secretário da ALMG – PRB/MG),
João Leite (deputado estadual PSDB/MG),
Raul Belém (deputado estadual PSC/MG),
Nissim Katri (rabino),
Fernando Borja (vereador),
Francisco Ernesto (diretor do Museu da Inquisição)
Representando o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Agostinho Patrus, o deputado Carlos Henrique, 2º secretário da mesa diretora, presidiu no dia (26), a reunião especial em homenagem aos 71 anos da criação do Estado de Israel.
Situado no Oriente Médio, Israel faz fronteira com o Líbano, a Síria, a Jordânia e o Egito. O país, que precisou lutar em diversas guerras para manter sua autonomia, hoje é reconhecido pela sua economia forte, com destaque para áreas como agricultura e ciência e tecnologia.
Durante a solenidade, os 136 militares que participaram das operações de resgate em Brumadinho foram citados, assim como as 16 toneladas de equipamentos avançados e a ajuda humanitária vinda do país que precisou lutar em diversas guerras e hoje é reconhecido pela sua forte economia, com destaque para as áreas de agricultura, ciências e tecnologia.
Votei favorável ao Projeto de Lei 499/19 que libera o repasse automático aos municípios da arrecadação de 50% do IPVA de veículos licenciados em cada município, sem que os recursos passem pelo caixa do Estado. Quanto ao ICMS, 25% dos recursos arrecadados serão depositados diretamente em conta conjunta dos municípios.
Essa medida evita que o Governo do Estado retenha recursos que pertencem aos municípios. #ALMG#MandatoDeResultado
Hoje, 22 de maio, a cidade de Medina completa 195 anos, e nada mais justo que parabenizar o povo Medinense, gente de bem, guerreira, honesta e batalhadora que, com seu trabalho diário, constrói o desenvolvimento do município. Que Deus abençoe todos! Parabéns Medina. #Medina
Após anúncio do governo do Estado em suspender a Lei de Incentivo ao Esporte em Minas Gerais, o deputado Carlos Henrique (PRB) e ex-secretário estadual de esportes, solicitou nesta terça-feira (21) a Comissão de Esporte Lazer e Juventude da Assembleia Legislativa, realização de audiência pública para debater a suspensão a homologação de termos de compromisso da lei que fomenta o esporte no Estado.
Em cinco anos, o programa já aportou cerca de R$ 65 milhões em 274 projetos, beneficiando 176 mil pessoas. Desde março deste ano, os projetos que já tinham recursos destinados, não conseguem receber os valores, gerando prejuízo e consequentemente acarretando o fechamento destes projetos. A Lei de Incentivo ao Esporte permite que empresas deduzam até 3% do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviço de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), mas há dois meses, elas estão impedidas de destinar o importo ao esporte.
“Enquanto secretário de esportes, acompanhei de perto as políticas de apoio ao esporte e sei que é uma política transparente, de resultados e inclusiva. A Lei de Incentivo não beneficia apenas as empresas, ou associações, mas beneficia sobre tudo quem mais precisa na ponta, que é o cidadão mais carente e o jovem desassistido por essas políticas sociais que o governo vem desmontando ao longo do tempo”.
Diante do atual cenário, o deputado Carlos Henrique destacou que colherá assinaturas dos demais parlamentares para criação de uma Frente Parlamentar em Defesa do Esporte. “Devemos nos unir e garantir a preservação dos direitos do esporte no nosso Estado. Recebemos nas olimpíadas 19 delegações estrangeiras, isso porque, essas delegações viram que aqui tínhamos um ambiente em que a política paras as práticas esportivas eram preservadas e com isso, tivemos grande êxito nas olimpíadas e temos que lutar para preservar e incentivar cada vez mais o esporte em nosso Estado,” destacou o parlamentar.
Na companhia do Presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Deputado Agostinho Patrus, recebemos na quarta-feira (17), a visita oficial do embaixador da República Federal da Alemanha, Georg Witschelm.
O encontro foi pautado pelo cenário político e a relação de Minas com o país europeu, assim como as relações diplomáticas e comerciais entre os dois países, além do programa de recuperação fiscal da União, privatizações, compensações das perdas decorrentes da Lei Kandir, além das reformas da Previdência e Tributária.
Na reunião, Georg Witschelm falou sobre a retomada do crescimento da economia alemã, no interesse em fortalecer laços com Minas Gerais e das empresas germânicas com filial no Estado, aMannesmann e Mercedes. No encontro com o presidente do Legislativo mineiro e os parlamentares foi feito um apelo para que a montadora Mercedes-Benz continue suas atividades no Estado, além de propostas que objetivam fortalecer laços comerciais, tecnológicos, científicos e culturais.
Carlos Henrique (2º- secretário da ALMG – PRB/MG), Antonio Carlos Arantes (1º- vice-presidente da ALMG – PSDB/MG), Coronel Sandro (deputado estadual PSL/MG)
Subsídios dos secretários estariam inalterados desde o governo Aécio Neves (2003-2010) –Foto: Luiz Santana
A Mesa da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) rejeitou o Requerimento 496/19, da Comissão de Administração Pública, que propunha fixar o subsídio dos secretários de Estado. A decisão foi lida na Reunião Ordinária de Plenário desta quarta-feira (15/5/19).
A justificativa do requerimento era de que a definição dos subsídios é prevista no artigo 66, inciso I, alínea “c”, da Constituição do Estado, “tendo em vista a complexidade das atribuições do cargo exercido”. A Mesa, no entanto, entendeu que o pedido de providências para deflagrar o processo legislativo não está em conformidade com o texto constitucional.
De acordo com a decisão publicada, o artigo 169 da Constituição da República prevê que “a despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar”.
Prevê ainda em seu parágrafo 1º que “a concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração só poderá ser feita: se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; se houver autorização específica na Lei de Diretrizes Orçamentárias”.
Os limites estabelecidos se encontram nos artigos 19 e 20 da Lei Complementar 101, de 2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Ainda de acordo com a decisão da Mesa, o artigo 20, inciso II, alínea “a”, da LRF estabelece que a despesa total com pessoal do Poder Executivo não poderá exceder o percentual de 49% da Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado.
O parágrafo único do artigo 22 estabelece um limite prudencial de 95% do limite total, ou seja, 46,55% da RCL, a partir do qual medidas corretivas deverão ser adotadas para evitar que o limite máximo seja atingido. Entre elas está incluída a proibição de aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título.
Conforme informações oficiais divulgadas pelo próprio Poder Executivo no site da Secretaria de Estado de Fazenda, as despesas com pessoal daquele Poder não se encontram dentro dos limites legais. No exercício de 2018, o gasto total com pessoal do Poder Executivo chegou ao patamar de 66,65% da RCL, acima do limite legal máximo de 49% e do prudencial, de 46,55%.
“Dessa forma, não se encontra em conformidade com o texto constitucional proposição que pretenda deflagrar processo legislativo para aumentar o subsídio de secretários estaduais sem a observância do disposto no artigo 169 da Constituição da República e nos artigos 19 e 20 da LRF”, esclarece o texto da decisão.
Acrescenta ainda que, conforme o artigo 59 da LRF, cabe ao Poder Legislativo, diretamente ou com o auxílio dos Tribunais de Contas, fiscalizar o cumprimento das normas dessa lei complementar, com ênfase no que se refere às medidas adotadas para o retorno da despesa total com pessoal ao respectivo limite.
A lei prevê que, quando ultrapassado o limite de gasto com pessoal, “o percentual excedente terá de ser eliminado nos dois quadrimestres seguintes, sendo pelo menos um terço no primeiro.
“Apesar de o Estado se encontrar em situação de calamidade financeira decretada, o que, em tese, afastaria o dever de eliminação do excedente nos dois quadrimestres (artigo 65, inciso I, da LRF), o fato é que a situação de calamidade não afasta o cumprimento da disposição contida no artigo 22 da LRF, especialmente, neste caso, a concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título”, argumenta a Mesa, em sua decisão.
O prefeito da cidade de Januária e presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da SUDENE (AMMAMS), Dr Marcelo Felix Alves de Araújo e o secretário-executivo do CiSamsf de Itacarambi, Antônio Luiz, estiveram nesta quarta-feira (24) em meu gabinete. Nossa reunião foi pautada pelas novas filiações ao PRB/Minas.
Partido que integrou base dos governos petistas descarta aliança com esquerda e busca se apresentar como opção de centro-direita
BRASÍLIA – Criado em 2005, quando abrigou José Alencar, então vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva, ainda no início da era PT, o PRB quer deixar para trás a aliança com a esquerda e se posicionar como opção para o eleitorado conservador. A legenda, que construiu nos últimos anos uma das maiores bancadas no Congresso, passará a se chamar somente “Republicanos” e se denominará, daqui para a frente, um partido de centro-direita.
A classificação é calculada. O partido quer criar um movimento independente do bolsonarismo, que é descrito como um exemplo de uma direita “radical”. As linhas de trabalho, porém, serão as mesmas de Jair Bolsonaro na campanha vencedora do ano passado: os Republicanos serão conservadores nos costumes e liberais na economia. A diferença, dizem, é que o discurso será menos extremado e haverá mais convicção no liberalismo.
Diferenciar-se de outras siglas que militam no campo conservador, especialmente do PSL de Bolsonaro, atende a uma estratégia: a legenda já mira em 2022. O plano é aumentar o número de prefeitos e vereadores no ano que vem de forma significativa para, se possível, ter um nome competitivo na próxima disputa presidencial. “Não mudaremos só de nome. Mudaremos de postura. Estamos preparando o partido agora para os próximos 15 e 20 anos”, diz o deputado Marcos Pereira (SP), vice-presidente da Câmara e presidente nacional do PRB desde 2011.
O partido vem crescendo a cada eleição. Passou de 54 prefeitos em 2008 para 106 em 2016. No mesmo período, o número de vereadores saltou de 780 para 1.604. A bancada na Câmara tem hoje 31 deputados federais e é a oitava maior da Casa, à frente de legendas tradicionais como o PSDB e o DEM.
Na avaliação da cúpula, porém, para dar um salto daqui em diante seria preciso dar ideologia à sigla, que tinha um programa generalista. Isso ficou claro, segundo Pereira, já em 2016, onde a busca por um nome de fora da política apareceu nas eleições municipais, sinalizando o desgaste das siglas tradicionais.
No fim de 2017, Pereira montou então um grupo para estudar qual seria a cara do “novo PRB”. Era preciso se distanciar de siglas vistas como “fisiológicas”. Faltava identidade ao partido, que tinha histórico de participar de administrações variadas.
Histórico. A sigla foi fundada em torno de José Alencar, empresário que foi vice de Lula em seus dois mandatos. Compôs o ministério dos dois governos de Dilma Rousseff – até ser o primeiro aliado a apoiar o impeachment. E finalmente embarcou no governo Michel Temer, ocupando um ministério.
Ao mesmo tempo, ficou conhecido como o “partido da Igreja Universal”. A sigla tem número grande de candidatos egressos da denominação religiosa, liderada pelo bispo Edir Macedo. Com o crescimento da legenda, a participação de católicos e outros evangélicos aumentou de forma significativa, mas a ligação com a Universal permanece – Pereira, por exemplo, é bispo licenciado.
Brasília (DF) – Em Convenção Nacional histórica, realizada em Brasília nesta terça-feira (7) pela manhã, a Executiva do PRB aprovou a mudança do nome do partido para Republicanos e os novos manifesto, programa e estatuto que consolidam sua posição conservadora nos costumes e liberal na economia. A reunião foi conduzida pelo deputado federal Marcos Pereira, reeleito presidente nacional do partido para mais um mandato de quatro anos (2019-2023)
O novo posicionamento foi construído sob a liderança de Marcos Pereira, desde setembro de 2017, quando foi formado um grupo que passou a discutir o cenário nacional e as mudanças no partido. O texto final foi consolidado em abril deste ano e aprovado pela Executiva Nacional nesta manhã.
“O objetivo é claro: precisamos nos conectar com a sociedade por meio das ideias, propostas, e para criar essa identificação partidária que faz falta na política brasileira”, explicou o presidente. “Não temos a falsa expectativa de agradar a todos, mas seremos uma opção concreta para aqueles que comungam com nossos princípios”, disse Marcos Pereira.
Em contraponto ao programa do PRB, fundado em 2005, a posição do Republicanos é mais clara na defesa do conservadorismo de costumes, da família tradicional, da liberdade econômica, da livre iniciativa e do desenvolvimento e adoção de novas tecnologias na transformação da sociedade.
“Embora conservadores, não fechamos os olhos para o que está acontecendo no mundo. Os avanços tecnológicos e a inovação são uma realidade que impacta diretamente a vida das pessoas. Essas mudanças precisam ser compreendidas inclusive como novas formas de trabalho”, resumiu Marcos Pereira.
Novo logotipo
O novo logotipo do Republicanos traz uma árvore frondosa cujo caule é uma criança do sexo feminino apontando para uma estrela de seis pontas, com as cores da bandeira do Brasil. Conheça os significados:
– a árvore representa uma forte conexão com a terra através da raiz;
– além dessa conexão, a árvore representa solidez, firmeza e potencial para frutificar;
– a criança como tronco é a esperança nas futuras gerações;
– o fato de a criança ser do sexo feminino faz um contraponto ao fato de o nome Republicanos ser masculino (equilíbrio de gênero) e pela mulher ser maioria no Brasil;
– embora a forte conexão com a raiz, com o conservadorismo, a criança aponta para o céu, para o futuro, para o desenvolvimento;
– a estrela de seis pontas é uma referência à origem do partido, que nasceu Partido Municipalista Renovador (PMR), antes de se tornar PRB, que tinha essa estrela no logotipo.
Novo jingle
Durante a solenidade, também foi lançado o novo jingle da sigla, de autoria e interpretação do republicano Ronaldo Martins, do Ceará. Família, idoso, juventude, tecnologia, renovação e próxima geração são as bandeiras da sigla, que com a proposta de mudança pretende intensificar ainda mais a luta por um Brasil melhor com a experiência adquirida ao longo dos 13 anos de história.
Reunião com o Presidente da Câmara Municipal de Bandeira, Sidnei Alves dos Santos, representantes do município de Coronel Fabriciano, a senhora Andreia Martins de Souza Botelho que é Secretária de Desenvolvimento Econômico para Geração de Emprego e Renda, junto com o ouvidor da Câmara Municipal, Marcos Antônio de Carvalho e lideranças do município de Santa Luzia. Tarde produtiva de trabalho e fortes parcerias.